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AMMA Contabilidade e Assessoria Empresarial,  está no mercado há 15 (quinze) anos, e seus sócios com uma larga experiência de 25 (vinte e cinco ) anos de atuação na área de contabilidade o propósito de atender as necessidades organizacionais e gestão empresarial, direcionada para atender as pequenas e medias empresas. Temos a preocupação de mantermos nossas estruturas tecnológicas e colaboradores sempre atualizados para garatirmos uma prestação de serviços eficiente e segura com atendimento rápido.

VALORES

Ética, integridade, qualidade e comprometimento com nossos clientes internos e externos.

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Promover e preservar a legalidade de empresas, através de uma contabilidade comercial regular planejada e bem executada, obedecendo à legislação especifica e, ainda, disponibilizar instrumentos de controle gerencial, para que dispondo de informações, nossos clientes possam tomar decisões seguras e eficazes, caminhando em direção ao sucesso.

VISÃO

Ser uma empresa reconhecida pela sua excelência em qualidade pelos serviços prestados, com a qual os clientes sintam-se confiantes e satisfeitos.

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Registro, Escrituração e Emissão dos Livros Contábeis. Entrega dos Arquivos Digitais da RFB.

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Abertura, Encerramento, Alteração e Regularização de Empresas. Alteração e Baixa das Incrições nos Órgãos Públicos. Obtenção de Certidões Negativas.

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Mais um serviço que está disponível para os atuais e futuros clientes, alugue agora mesmo um espaço virtual e contrate o seu endereço fiscal em até 24(vinte e quatro) horas com baixo custo e com a marca AMMA OFFICE CENTER, com um pequeno investimento oferecemos serviços de gerenciamento de correspondência e endereço fiscal, estamos instalados em uma das cidades que mais cresce no Distrito Federal.

Notícias


Auxílio Emergencial: Caixa paga nova parcela a 5,2 milhões nesta sexta


Entre os que recebem nesta sexta estão 1,6 milhão de trabalhadores do Bolsa Família, que recebem a terceira parcela de R$ 300. A Caixa Econômica Federal (CEF) paga nesta sexta-feira (27) mais uma parcela do Auxílio Emergencial a 5,2 milhões de trabalhadores. Aos trabalhadores que fazem parte do Bolsa Família, o pagamento já é referente à 3ª parcela de R$ 300 do benefício. Nesta sexta, recebem 1,6 milhão de trabalhadores cujo número do NIS encerra em 9. Entre os demais trabalhadores, estão 3,4 milhões que vão receber uma parcela do Auxílio Emergencial extensão, de R$ 300. Outros 200 mil ainda vão receber alguma das parcelas de R$ 600. Os pagamentos desta sexta são para nascidos em abril. Veja o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial Veja como serão os pagamentos de R$ 300 e tire dúvidas Saiba como liberar a conta bloqueada no aplicativo Caixa Tem Tira dúvidas sobre o Auxílio Emergencial SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Confira as datas para o pagamento da nova fase do Auxílio Emergencial de R$ 300,00 Para os trabalhadores fora do Bolsa Família, a ajuda paga nesta sexta será creditada em conta poupança social digital da Caixa, que poderá ser usada inicialmente para pagamento de contas e compras por meio do cartão virtual. Saques e transferências para quem receber o crédito nesta sexta serão liberados no dia 6 de janeiro (veja nos calendários mais abaixo). VEJA QUEM RECEBE NESTA SEXTA: 1,6 milhão de trabalhadores que fazem parte do Bolsa Família, cujo número do NIS encerra em 9, recebem a 3ª parcela de R$ 300 200 mil trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app, nascidos em abril, recebem a próxima parcela de R$ 600: - aprovados que já receberam 4 parcelas recebem a quinta parcela; - aprovados que já receberam 3 parcelas recebem a quarta parcela; - aprovados que já receberam 2 parcelas recebem a terceira parcela; - aprovados que já receberam 1 parcela recebem a segunda parcela. 3,4 milhões de trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app, nascidos em abril, recebem a próxima parcela de R$ 300: - trabalhadores que já receberam as 5 parcelas de R$ 600 recebem a primeira de R$ 300 - trabalhadores que já receberam 1 parcela de R$ 300 recebem a segunda parcela de R$ 300 - trabalhadores que já receberam 2 parcelas de R$ 300 recebem a terceira parcela de R$ 300 Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br. Calendários de pagamento Veja abaixo os calendários de pagamento. BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA Auxílio Emergencial - Beneficiários do Bolsa Família Economia G1 BENEFICIÁRIOS FORA DO BOLSA FAMÍLIA Clique aqui para ver o calendário completo dos pagamentos VÍDEOS: as últimas notícias sobre o Auxílio Emergencial l



Gol realiza voo técnico com Boeing 737 MAX 8 e vê retorno progressivo nas próximas semanas


Voo operacional contou com representantes da Anac e da Boeing e foi comandado por pilotos da Gol recentemente treinados nos EUA. Boeing 737 Max 8 da Gol Divulgação/Gol A Gol comunicou que realizou nesta quinta-feira (26) seu primeiro voo técnico com o Boeing 737 MAX 8, acrescentando que o retorno da aeronave para a operação da companhia ocorrerá de modo progressivo nas próximas semanas. O 737 MAX foi suspenso globalmente após dois acidentes na Indonésia e na Etiópia matarem 346 pessoas em cinco meses em 2018 e 2019. Na semana passada, a Agência Federal de Aviação (FAA) dos EUA aprovou o retorno dos voos com o jato, movimento que foi seguido pela brasileira Anac na quarta-feira (26). A companhia disse que o voo operacional contou com representantes da Anac e da Boeing a bordo, e foi comandado por pilotos da Gol recentemente treinados nos EUA, de acordo com as novas recomendações das autoridades aeroportuárias. "Ressaltamos que, nos próximos dias, como um dos requisitos exigidos antes da retomada ao serviço do Boeing 737 MAX, serão realizados voos técnicos sem passageiros com cada uma das sete aeronaves da companhia", acrescentou a Gol. A aérea disse que realizará múltiplos voos técnicos adicionais ao recomendado e que "o retorno do Boeing 737 MAX à operação da companhia ocorrerá de forma progressiva ao longo das próximas semanas".



Conselho do Itaú Unibanco aprova cisão de participação na XP


Cisão ainda precisa ser aprovada em assembleia geral dos acionistas do banco. O conselho de administração do Itaú Unibanco aprovou nesta quinta-feira a segregação da participação do conglomerado na XP Inc. em uma nova sociedade, de acordo com fato relevante do maior banco privado do país. Fachada de agência do banco Itaú no Rio de Janeiro Sergio Moraes/Reuters A segregação "ocorrerá mediante cisão de empresas do conglomerado Itaú Unibanco com a versão da parcela cindida representativa de 41,05% do capital da XP" para a nova companhia, disse a instituição financeira. A cisão ainda precisa ser aprovada em assembleia geral dos acionistas e, uma vez aprovada, os acionistas do Itaú Unibanco passarão a deter, também, participação acionária na nova empresa, cujo único ativo será o investimento na XP. Ainda de acordo com o fato relevante, as ações remanescentes de emissão da XP detidas pelo Itaú Unibanco, correspondentes a 5% do capital social da XP, poderão ser vendidas, a depender das condições de mercado. Vídeos: Últimas notícias de economia



Petróleo Brent fecha em queda, em dia de feriado de Ação de Graças nos EUA


A baixa liquidez nos mercados globais levou o petróleo Brent de fevereiro a encerrar a sessão desta quinta-feira (26) em queda de 1,52% Contratos futuros do petróleo Brent para fevereiro terminaram a sessão desta quinta-feira (26) em queda de 1,52% Divulgação/Fishermen and Friends of the Sea - FFOS Por causa do feriado de Ação de Graças, nos Estados Unidos, a quinta-feira (26) foi de baixa liquidez nos mercados globais. Assim, os contratos futuros do petróleo Brent, a referência global, para fevereiro terminaram a sessão desta quinta-feira (26) em queda de 1,52%, aos US$ 47,79 o barril, na ICE, em Londres. Impulsionados pela expectativa no desenvolvimento de vacinas, os preços do petróleo vêm de ganhos fortes no mês de novembro, período em que as referências acumulam alta superior a 25%.



Prorrogação do prazo para importar arroz sem tarifa divide a indústria


Permissão para comprar cereal fora do Mercosul com alíquota zero vai até 31 dezembro, mas empresas de MG pedem extensão até 28 de fevereiro, em função de problemas logísticos. Já a Abiarroz, entidade representativa nacional, afirma que companhias associadas não solicitaram mais prazo. Base na refeição dos brasileiros, arroz foi um dos alimentos com maior alta Reprodução/TV Diário A prorrogação do prazo da cota para importar 400 mil toneladas de arroz sem tarifa de fora do Mercosul divide o setor. A autorização do governo federal vai até o dia 31 de dezembro, mas empresas de Minas Gerais pedem extensão até 28 de fevereiro em função de problemas logísticos. Já a Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz) afirma que nenhuma das empresas vinculadas à entidade solicitaram prorrogação. A estimativa da Abiarroz é de que o Brasil importe metade da cota autorizada pelo governo, um totoal de 200 mil toneladas. A Tarifa Externa Comum (TEC) foi zerada em setembro, em meio a um cenário de disparada do preço do arroz. Arroz e óleo mais caros: entenda por que a inflação dos alimentos disparou no país O pedido de prorrogação foi feito pelo sindicato da indústria de arroz de Minas Gerais (Sindarroz/MG) após problemas de logística para a entrega de produtos adquiridos na Índia, conforme representantes do setor ouvidos pela Reuters, que citaram que a indústria ainda lida com alta dos preços. "Tivemos falta de contêiner na Índia, porque a demanda aumentou muito e as tradings que nós negociamos também subiram os preços dos contêineres", disse o presidente do sindicato, Jorge Tadeu Meirelles. Ele afirmou que, das 25 mil toneladas negociadas com o mercado indiano, somente 8 mil chegaram ao Estado, e o produto passa por um deslocamento que demora em torno de 65 dias para atracar nos portos brasileiros, o que excederia a data limite para a cota. "Também levamos em consideração que a safra nacional pode ter problemas (por seca), e no Paraguai (fornecedor do Brasil) há relatos de produtores fazendo replantio por conta do clima", justificou. Arroz e óleo de soja: alta do dólar impacta itens básicos de alimentação Diante deste cenário, Meirelles disse que o sindicato fez uma carta que passou pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), com o apoio do governo estadual, e foi direcionada à Câmara de Comércio Exterior (Camex) e ao Ministério da Agricultura. Temas referentes a alterações tarifárias dependem de deliberação do Comitê Executivo de Gestão da Camex (Gecex). A próxima reunião ordinária do Comitê, conforme o site da Camex, está prevista para ocorrer no dia 16 de dezembro. Em casos específicos, pode ser convocada reunião extraordinária, o que, até o momento, não ocorreu. Procuradas, as pastas da Economia e Agricultura não fizeram comentários sobre o encaminhamento do pedido. A Abiarroz disse, sem detalhar, que as unidades de Minas Gerais não fazem parte de seus associados e, dentre as companhias vinculadas à entidade, não foi recebida nenhuma demanda para prorrogação do prazo de isenção da TEC. "Tem entidades comentando de pedir uma prorrogação das cotas, não é o nosso caso", disse a diretora-executiva da Abiarroz, Andressa Silva. Os Estados Unidos continuam figurando como principal fornecedor, seguido pela Índia e Tailândia. O cereal da Guiana também foi adquirido, porém, há relatos de problemas no desembarque por expurgo. Em condição de anonimato, uma fonte afirmou que foram encontrados insetos em lotes do país sul-americano. Negócios e preços Em outubro, as importações de arroz cresceram 114% para o produto sem casca, ante igual período de 2019, mas não houve influência da cota. Segundo o Ministério da Economia, os principais fornecedores foram Uruguai, Paraguai e Argentina, países que já são isentos da tarifa de embarque. Neste mês, até a terceira semana, dados da Secretaria de Comércio Exterior indicam que a média de importação do produto com casca disparou 291% ante novembro de 2019, para 2.169 toneladas por dia. Para o arroz sem casca, as compras saltaram 146,8%, para 4.928 toneladas diárias. O entrada destes produtos ainda não representou quedas significativas para os preços do cereal no Brasil, mas funcionaram como um "teto" limitando maiores altas, avaliou o analista da consultoria Safras & Mercado Gabriel Viana. O indicador do arroz em casca Esalq/Senar-RS terminou a quarta-feira cotado em 102,65 reais por saca de 50kg, valor ainda próximo do pico de 2020, de 106,34 reais, registrado em outubro --o valor também é um recorde histórico. "Calculamos que o arroz dos Estados Unidos chega ao Brasil por 109 reais por saca sem TEC. Com a TEC, seriam 123 reais. Já o produto do Mercosul tem custado entre 112 e 115 reais por saca, isso significa que o norte-americano é a atual alternativa mais competitiva", afirmou Viana. Sobre a safra, ele disse que ainda não foram confirmadas perdas decorrentes da seca no Rio Grande do Sul, principal produtor do país, mas existe a possibilidade pois o nível de água nas barragens de irrigação está baixo. "O clima em períodos de La Niña costuma ajudar o desenvolvimento do cereal, mas a longa estiagem dos últimos meses deixou os reservatórios baixos e poderá faltar água no fim do ciclo", acrescentou o meteorologista da Somar Celso Oliveira. Segundo ele, o estado de atenção vale tanto para o Sul do Brasil quanto para o Mercosul, pois a previsão é de chuva abaixo da média também no Uruguai, Paraguai e Argentina nos próximos meses. VÍDEOS: tudo sobre agronegócios



Bolsonaro comemora resultado do Caged em outubro e diz que Paulo Guedes é 'insubstituível'

Presidente afirmou que, caso projeções se confirmem, Brasil pode terminar 2020 com mais gente empregada que em 2019. Acumulado até outubro aponta perda de 171.139 empregos. O presidente Jair Bolsonaro comemorou nesta quinta-feira (26) dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de outubro divulgados pelo Ministério da Economia. Em cerimônia no Palácio do Planalto, o presidente também afirmou que o ministro Paulo Guedes é "insubstituível". “Desde julho, julho, agosto, setembro, tivemos superávit, saldo positivo no Caged. Tivemos mais emprego do que desemprego. E agora, levando-se em conta outubro, que é o antepenúltimo mês para findar o ano, o Caged nos deu um superávit de 400 mil novos empregos de carteira assinada”, disse o presidente. Segundo o Caged divulgado nesta quinta, a economia brasileira gerou 394.989 empregos com carteira assinada em outubro. É o maior número para um mês de outubro na série histórica iniciada em 1992, segundo o Ministério da Economia. Brasil abre 394 mil empregos formais em outubro, número recorde "Pode ficar tranquilo, [presidente da Caixa] Pedro Guimarães, que nosso 'Posto Ipiranga' é insubstituível. Não falarei de economia", afirmou Bolsonaro na cerimônia. O apelido "Posto Ipiranga" foi dado por Bolsonaro a Guedes ainda na campanha, quando o então candidato à presidência dizia não entender nada de economia. Dados do Caged O saldo de 394 mil vagas representa a diferença entre as contratações e as demissões. Em outubro, o país registrou: 1.548.628 contratações 1.153.639 demissões Foi o quarto mês seguido em que as contratações com carteira assinada superaram as demissões. "Foi a maior número de geração de empregos da série histórica do Caged, desde 1992", disse o ministro da Economia, Paulo Guedes, em declaração após o anúncio do resultado. Ele classificou a notícia como "extraordinária". Parcial de 2020 Para o Brasil encerrar 2020 com mais contratos formais de trabalho do que em 2019, será preciso lidar com um saldo negativo de 171.139 carteiras no acumulado até outubro. Nos primeiros dez meses de 2019, sem pandemia, o Brasil registrou alta no emprego, com um saldo positivo acumulado de 841.589 vagas ocupadas. O resultado acumulado entre janeiro e outubro de 2020 foi o pior para o período desde 2016, quando o país fechou 751.816 postos de trabalho com carteira assinada, entre contratações e demissões. As demissões no acumulado do ano refletem o impacto da recessão na economia brasileira gerada pela pandemia do novo coronavírus. A estimativa mais recente dos economistas dos bancos é de que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro vai cair 4,5% neste ano. Entretanto, nos últimos meses, dados já apontam para uma recuperação do nível de atividade e para a saída da recessão. Segundo o Ministério da Economia, mesmo com o crescimento dos empregos formais nos últimos três meses, ainda não houve recuperação das perdas registradas entre março e maio deste ano. No período, o Brasil registrou 1,594 milhão de demissões a mais do que contratações. De julho a outubro, o Brasil registrou 1,092 milhão de novas vagas com carteira assinada.



STF permite mudar data e horário de concurso se motivo for crença religiosa

Por maioria de votos, tribunal entendeu que pedidos motivados por crença religiosa são razoáveis e não causam ônus à administração. Poder público pode negar eventuais pedidos. O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (26) que o poder público pode mudar data e horário de concursos públicos se o pedido de mudança apresentado pelo candidato tiver motivação religiosa. Por 8 votos a 3, o tribunal entendeu que eventuais pedidos desse tipo são razoáveis e não causam ônus desproporcional à administração. Pela decisão, os pedidos podem ser negados, e a decisão deverá ser fundamentada. O mesmo entendimento poderá ser aplicado no caso de servidor público em estágio probatório que quiser solicitar o cumprimento das obrigações de forma alternativa. Nesse caso, o placar foi de 7 votos a 4. Pelo entendimento da maioria dos ministros, embora não exista um direito automático por parte dos candidatos, a administração é obrigada a analisar os pedidos tendo como base o princípio da razoabilidade. Entenda o caso em julgamento A Corte julgou duas ações sobre adventistas, que consideram o sábado um dia sagrado e devem se abster de trabalhar e realizar outras atividades neste dia da semana. Os dois casos têm repercussão geral, isto é, a decisão do STF deve ser seguida pelas demais instâncias do Poder Judiciário. O julgamento começou na semana passada, com os votos dos relatores das ações, ministros Dias Toffoli e Edson Fachin, que divergiram sobre o tema. Para Toffoli, não existe o direito de candidatos à mudança na data das provas. Fachin defendeu o direito à liberdade religiosa, que deve ser protegida pelo Estado. A favor da possibilidade de alteração: Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio e Luiz Fux. Contra: Nunes Marques e Gilmar Mendes. O ministro Marco Aurélio entendeu que é possível a análise de alteração nos concursos, mas não no estágio probatório. Votos desta quinta-feira Nesta quinta, votaram os ministros Gilmar Mendes, o decano Marco Aurélio e o presidente do STF, Luiz Fux. "Não me parece razoável a movimentação de toda a máquina estatal para contemplar determinados candidatos que se encontram inviabilizados de realizar determinadas atividades em dias da semana em razão de convicções pessoais", disse Mendes. "A administração não deve ficar à mercê de particularidades de cada um dos candidatos. Poderia conduzir à inviabilidade do concurso público e afetar o interesse de toda coletividade", completou o ministro. Ministro há mais tempo no tribunal, Marco Aurélio Mello foi a favor de manter a decisão que concedeu a um candidato o direito a fazer uma prova de aptidão física em outra data. Mas foi contra permitir a alteração no estágio probatório. Último a votar, o ministro Luiz Fux afirmou que a liberdade religiosa "não pode ser mera divagação acadêmica".



Com geração recorde de vagas formais em outubro, sete capitais têm saldo positivo no ano


Ao todo, mais de 3,3 mil municípios já têm mais contratações do que demissões. Grande perda de vagas em capitais e grandes cidades, no entanto, mantém saldo negativo no país nos primeiros dez meses do ano. O número recorde de vagas formais geradas em outubro levou mais de 3,3 mil municípios brasileiros a registrarem saldo de vagas positivo no acumulado do ano, apesar das fortes perdas provocadas pela pandemia do coronavírus. Entre as capitais, no entanto, apenas sete já recuperaram as perdas. Brasil abre 394 mil empregos formais em outubro, número recorde O melhor resultado foi registrado em São Luis: na capital maranhense, as contratações no ano já superam as demissões em 9,3 mil. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quinta-feira (26) pelo Ministério da Economia. Além de São Luis, também têm saldo positivo de vagas Manaus (6.004), Belém (2.822), Rio Branco (2.822), Boa Vista (1.991), Palmas (993) e Macapá (583). Apenas esta última, no entanto, passou a ter saldo positivo apenas este mês. As demais já estavam nesta situação em setembro. Na outra ponta, o Rio de Janeiro aparece com a maior perda de vagas entre as capitais no acumulado do ano: foram 113.222 vagas fechadas desde janeiro. Em São Paulo, nem as quase 44 mil vagas abertas no mês passado foram suficientes para colocar a cidade no azul - o saldo segue negativo em 54.751 postos. Veja na tabela abaixo: Criação de vagas formais nas capitais Economia G1 Total de cidades Das 5.632 cidades que constam na base do Caged, 3.307 já apresentam saldo positivo de vagas no acumulado do ano. Outros 228 municípios apresentam saldo nulo. Já as cidades com saldo negativo são 2.097. Com forte concentração de capitais e grandes cidades neste grupo, no entanto, o saldo do país segue negativo em 171.139 empregos formais até outubro. Brasil abre 394 mil empregos formais em outubro, número recorde Veja abaixo as cidades que mais criaram e mais perderam vagas no acumulado do ano: 20 MAIORES SALDOS DE VAGAS São Luis (MA): 9.314 Parauapebas (PA): 8.635 Contagem (MG): 6.728 Manaus (AM): 6.004 Cajamar (SP): 5.805 Barueri (SP): 5.312 Ponta Grossa (PR): 4.888 Joinville (SC): 4.381 Lençóis Paulista (SP): 4.209 Chapecó (SC): 4.048 Anápolis (GO): 3.710 São José (SC): 3.402 Rio Verde (GO): 3.380 Serra (ES): 3.355 Extrema (MG): 3.073 Itabirito (MG): 3.037 Campina Grande (PB): 2.924 Belém (PA): 2.822 Rio Branco (AC): 2.757 Canaã dos Carajás (PA): 2.606 20 MENORES SALDOS DE VAGAS Rio de Janeiro (RJ): -113.222 Sao Paulo (SP): -54.751 Porto Alegre (RS): -20.610 Belo Horizonte (MG): -19.628 Brasília (DF): -14.572 Salvador (BA): -12.689 Florianópolis (SC): -10.885 Recife (PR): -10.251 Macaé (RJ): -9.989 João Pessoa (PB): -9.603 Campinas (SP): -9.074 Goiânia (GO): -7.829 Santo André (SP): -7.327 Niterói (RJ): -6.965 São José dos Campos (SP): -6.635 São Bernardo do Campo (SP): -6.541 Santos (SP): -6.321 Fortaleza (CE): -6.200 Foz do Iguaçú (PR): -5.721 Guarulhos (SP): -5.673 Assista as últimas notícias de economia



Em troca de R$ 80 milhões para isentar luz no Amapá, governo recupera mais de R$ 2 bi em IOF

A isenção nas contas de luz de consumidores do Amapá, por um mês, deve permitir que o governo federal arrecade o equivalente a 25 vezes o custo da própria medida. A União vai repassar R$ 80 milhões à Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que compensará a Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA) pela gratuidade. Enquanto isso, a medida compensatória escolhida pela equipe econômica – antecipar o retorno da cobrança de IOF sobre as operações de crédito – trará aos cofres públicos pelo menos R$ 2 bilhões. A manobra será uma ajuda também às contas públicas do governo. Governo volta a cobrar IOF nas operações de crédito para isentar a conta de luz no Amapá A previsão era de que a incidência do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre o crédito só fosse retomada após 31 de dezembro. Para custear a isenção nas contas do Amapá, no entanto, a medida provisória determinou a volta imediata do tributo. Números de outubro da Receita Federal mostram que ao zerar o IOF, medida que o governo adotou em abril para estimular a economia e ajudar pessoas e empresas em dificuldade por causa da pandemia, o governo deixou de arrecadar R$ 15,7 bilhões desde abril. Apenas em outubro, a isenção "custou" R$ 2,3 bilhões de IOF. O imposto volta a incidir sobre as operações de crédito nesta sexta-feira (27), faltando mais de um mês para a data prevista anteriormente. A medida pegou de surpresa quem já havia se programado para utilizar a isenção do IOF até 31 de dezembro. O secretário do Tesouro Nacional, Bruno Funchal, afirmou em coletiva de imprensa nesta quinta que a mudança foi por feita por uma "contingência". "É claro que a ideia é ter algo planejado, mas teve uma eventualidade, a questão do Amapá. Para novas despesas poderem ser feitas, pela LRF [Lei de Responsabilidade Fiscal], era necessária uma compensação", disse. Governo edita medida provisória que isenta moradores do Amapá do pagamento de luz Repasse 'inflado' O valor de R$ 80 milhões a ser repassado para a CDE já foi inflado em relação à previsão original, de R$ 60 milhões. Esse adicional vai compensar, também, a perda do ICMS que o estado do Amapá receberia via tarifa de energia elétrica e iluminação pública. A volta da cobrança de IOF foi omitida no evento de assinatura da medida provisória, na tarde desta quarta, que reuniu os presidentes da República, Jair Bolsonaro, e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Alcolumbre é do Amapá e tem o irmão Josiel como candidato à prefeitura de Macapá. As eleições foram adiadas na capital estadual por conta do apagão, e o primeiro turno só deve ser realizado no próximo dia 6. VÍDEOS: Últimas notícias de Economia



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